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Informações sobre autores, lançamentos e catálogo:

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Releases / Lançamentos

  • Acontecimentos políticos brasileiros pela ótica da imprensa
    Acontecimentos políticos brasileiros pela ótica da imprensa

    Editora FGV lança obra da historiadora Alzira Alves de Abreu sobre atuação da imprensa no cenário político durante 50 anos

    Ao longo dos anos, a imprensa apresentou fatos e acontecimentos que permitem, hoje, entender o que ocorreu e o que ocorre em nossa sociedade.

    A análise da historiadora Alzira Alves de Abreu sobre a atividade jornalística no período que vai dos anos 1920 até o final dos anos 1970, deu origem à obra Acontecimentos políticos brasileiros pela ótica da imprensa, que nos permite conhecer a relação entre imprensa e a história dos acontecimentos políticos brasileiros.

    A partir do episódio das “cartas falsas”, publicadas pelo jornal Correio da Manhã, em 1921, a autora examina o papel que a imprensa exerceu nesse episódio e permite entender algumas das características que marcaram a atuação dos jornais nos anos 1920 e as mudanças que eles sofreram ao longo das décadas seguintes.

    Durante os anos do Estado Novo (1937-1945), e em seguida o período Vargas de 1950 a 1954, ocorrem a criação de novos jornais e as transformações na imprensa brasileira. Durante os anos de Juscelino Kubitschek e a construção de Brasília, toma-se conhecimento da famosa reforma do Jornal do Brasil, que influenciou mudanças em vários jornais nesse período.

  • Belmonte: caricaturas dos anos 1920
    Belmonte: caricaturas dos anos 1920

    FGV Editora lança obra sobre o caricaturista Belmonte e sua atuação nos anos 1920

    A autora Marissa Gorberg analisa as caricaturas que o artista intelectual paulistano

    Belmonte publicou nas revistas cariocas Careta e Frou-Frou entre 1923 e 1927

     

    Após a I Guerra Mundial (1914-1918), o período convencionado como belle époque (1898-1914) ficara para trás, e os loucos anos 1920 despontavam com provocações e enfrentamentos inéditos.

    A imprensa periódica se afirmava como lugar privilegiado de construção de um mundo em ebulição. Instrumento crucial de comunicação, entretenimento e informação, as revistas de variedades ofereciam espaço privilegiado para que a caricatura registrasse uma gama variada de temas que parecem pertencer aos anos 2020: relações de gênero, feminismo, machismo, moda, androgenia, obsessão pelas aparências, fragmentação social, entre outros.

    Seus personagens e assuntos emergiam do cotidiano, exibindo e criticando comportamentos de forma leve e clara, com poder de síntese, capazes de alcançar o leitor comum que conseguia identificar em sua vida situações similares. Até por isso, crônicas e caricaturas demoraram muito a ser aceitas e valorizadas no mundo acadêmico, o que já não ocorre mais.

    No livro Belmonte: caricaturas dos anos 1920, Marissa Gorberg analisa a obra do cartunista e aponta as possíveis conexões entre traços biográficos e sua produção artística, situando Belmonte também no espaço do movimento modernista dos anos 1920 e identificando o personagem como um “fotógrafo” do cotidiano que, com seu olhar crítico, distorce, acentua traços com o intuito de fazer ver, de possibilitar alguma identificação e, principalmente através da ironia, assumir uma posição crítica.

    A análise da produção de um artista intelectual paulistano no Rio de Janeiro também exigiu da autora uma leitura mais focada na então capital da República, e todas as mudanças ocorridas na cidade naquele período, já que tratava do cotidiano de uma metrópole cosmopolita, ou que se pensava como tal, em estilo de vida, modos e costumes de sua elite.

    Nesta obra, publicada pela FGV Editora em comemoração ao centenário dessas produções dos loucos anos 1920, os retratos oferecidos por Belmonte podem ajudar a esclarecer muitos aspectos de nossa história social, flagrados pelo filtro da perplexidade que colocava em questão certas práticas e acontecimentos da época.

  • O que há de novo sobre o Estado Novo?: Autoritarismo e democracia
    O que há de novo sobre o Estado Novo?: Autoritarismo e democracia

    Editora FGV lança obra com novo olhar sobre o Estado Novo

    “O que há de novo sobre o Estado Novo” aborda a influência do período na formação da sociedade brasileira, até os dias de hoje

    Em momento no qual o mundo discute as características dos modelos democráticos, o que os alimenta ou enfraquece, a editora FGV lança, no próximo dia 03 de dezembro, a coletâneaO que há de novo sobre o Estado Novo: autoritarismos e democracia.”

    No empenho de institucionalizar um novo mode­lo, de feição corporativa, o Estado Novo impôs, paradoxalmente, uma forma de gestão pública que influenciou decisivamente  tanto a democracia de 1946 quanto a ditadura militar instaurada em 1964. O estabelecimento dessa marca, verificado desde os anos 1930 e consolidado a partir de 1937, deixou um legado profundo na sociedade brasileira e em sua cultura política.

    A presente obra se volta para as diversas perspectivas desse legado, pensando o Estado Novo brasileiro em comparação a outros regimes autoritários, como os da Argentina, Portugal e Itália. Para tanto, o livro abre espaço para as mais atuais discussões sobre o tema, do ponto de vista de diversos historiadores e cientistas sociais, brasileiros e estrangeiros que, ao longo dos últimos anos, apresentaram abordagens renovadoras sobre o período.

    “O que há de novo sobre o Estado Novo: autoritarismos e democracia” busca, assim, jogar luz sobre a herança desse regime autoritário, com ênfase em um novo olhar, capaz de abarcar questões ainda ausentes nos estudos sobre o tema, como a história das mulheres, em suas lutas e papéis sociais, durante as ditaduras de 1937 e 1964.

  • Vinho e mercado: fazendo negócios no Brasil
    Vinho e mercado: fazendo negócios no Brasil

    Editora FGV lança obra que discute o mercado de vinho no Brasil

     

    Qual a posição do Brasil no cenário vinícola mundial?

    Um grande produtor exportador, ou um importador importante e alvo da cobiça dos grandes e tradicionais países produtores?

    Até o final da década de 1990, o mercado brasileiro de vinhos era suprido em quase 90% do seu consumo pela produção interna. A partir da virada do milênio o cenário mudou, as importações passaram a crescer continuamente, a participação dos vinhos nacionais caiu - em 2018 para 66% - e o crescimento geral está caminhando a passos lentos. A liderança brasileira está mantida, mas é inegável que está fortemente ameaçada.

    A obra Vinho e mercado: fazendo negócios no Brasil, da Editora FGV, analisa fatores importantes que contribuíram para a forte queda de participação dos vinhos do Brasil e como os diferentes players dos vários segmentos — os “puros sangues” do comércio on-line, as grandes superfícies do varejo e os pequenos varejistas — têm reagido e gerenciado esta transformação.

    Preços elevados, baixo poder de consumo da população, concorrência com outras bebidas, falta de cultura para consumir vinhos, fortes distorções fiscais, margem de lucro dos players do comércio podem ser apontados como as principais dificuldades para o lento crescimento do consumo de vinhos no Brasil.

    Neste livro de Valdiney Ferreira estão reunidas essas e outras versões e opiniões dos líderes de empresas e entidades do setor, que podem jogar luz nos caminhos futuros do mercado brasileiro de vinhos e apresentar algumas respostas sobre possibilidades de a produção nacional suprir a demanda do mercado interno e até competir no mercado mundial.

    O livro será lançado no dia 5 de agosto, após o Seminário Vinho & Mercado 2019, que faz parte da programação do Rio Wine and Food Festival.

  • História do Rio de Janeiro em 45 objetos
    História do Rio de Janeiro em 45 objetos

    Livro conta histórias do Rio através de objetos

    Da saia de Carmen Miranda a uma roleta de jogo do bicho; da trave da forca de Tiradentes ao pince-nez de Machado de Assis; de um vaso tupinambá a um fragmento da Perimetral: historiadores redescobrem mais de 450 anos da política, da cultura e dos costumes da cidade refletindo sobre 45 objetos de acervos de museus do Rio. 

     

    A vida social de 45 objetos reunidos neste livro convida o leitor a mergulhar na história da cidade.

    A obra História do Rio de Janeiro em 45 objetos, publicação da Editora FGV em parceria com a Jauá Editora, com apoio da Faperj, traz à luz percepções e vivências dos processos sociais da cidade testemunhados por vários objetos, e procura sublinhar a diversidade da experiência urbana.

    O quadro de objetos apresentados oferece um panorama abrangente da história do Rio de Janeiro, de sua fundação aos nossos dias, que se estende da Imagem de São Sebastião do século XVI ao fragmento do Viaduto da Perimetral, passando por registros peculiares, como as Traves da forca de Tiradentes, o Tritonicon de Anacleto de Medeiros, a Espada de Gomes Freire e até as Xícaras de café do Estado da Guanabara.

    Os 45 objetos selecionados foram tomados como agentes da história, não necessariamente por alguma excepcionalidade das peças, e sim pela busca de uma aproximação íntima com a vida urbana, e são apresentados no livro com suas respectivas biografias, tornando-se personagens cariocas através dos olhares da história, da história da arte e da museologia.

    Organizado por Paulo Knauss, Isabel Lenzi e Marize Malta, cada capítulo do livro gira em torno de um objeto que serve a um recorte temático sobre uma época ou aspecto da história e da cultura da cidade.

    Dentre os 45 objetos preservados em 31 instituições do Rio de Janeiro, retratados e biografados neste livro, por 49 autores, dois ganham destaque, importância e uma “homenagem póstuma”: o Esqueleto de baleia e o Vaso de cerâmica Tupinambá; o primeiro destruído no incêndio do Museu Nacional e o segundo ainda não localizado desde a ocasião; e refletem, por seus desaparecimentos, a necessidade da conservação do patrimônio histórico do Brasil, atribuindo mais relevância a esta obra.

    Lançamento:

    Dia 24 de junho, segunda-feira, das 16h30 às 18h30

    Museu Histórico Nacional - Rio de Janeiro

     

  • Direito e economia: diálogos
    Direito e economia: diálogos

    Livro promove diálogo entre Direito e Economia

    “O Brasil tem uma sociedade altamente litigante”. Esta frase inicia a introdução do livro “Direito e economia: diálogos”, que a Editora FGV lança em parceria com a Escola de Direito do Rio de Janeiro (FGV Direito Rio) no dia 13 de junho. A afirmação se baseia em dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que demonstram que em dezembro de 2017 havia mais de 80 milhões de ações tramitando nos 90 tribunais do país.

    Considerando-se que naquele ano o Brasil tinha 209 milhões de habitantes, isso se traduz em uma média de um processo judicial para cada 2,6 habitantes, uma taxa nada auspiciosa. E não estão aí incluídos inúmeros processos que então tramitavam nas administrações públicas municipais, estaduais e federal em todo o território nacional, que, sem dúvidas, também se contavam aos milhões.

    Uma grande parcela desses processos trata de temas econômicos, envolvendo questões tributárias, trabalhistas, creditícias, comerciais, regulatórias e consumeristas, entre outras áreas. E, presume-se, representam apenas uma pequena parcela das muitas transações nessas áreas em que se envolvem todo ano trabalhadores, consumidores, firmas e agentes públicos no Brasil.

    A obra, organizada pelos professores Antônio José Maristrello Porto, Armando Castelar Pinheiro e Patrícia Regina Sampaio, preocupa-se com essas relações. Mais especificamente com a forma com que seu conteúdo econômico interage com a lógica e a moldura jurídica nessas diversas áreas.  Ainda que desempenhe um papel fundamental na vida das pessoas, das empresas e das instituições, essa relação central entre o direito e a economia é pouco conhecida e pesquisada.

    A intenção do livro é preencher essa lacuna. Assim, o livro tem como objetivo promover a construção de um conhecimento informado acerca dos incentivos econômicos e das consequências decorrentes da atuação legislativa, executiva e jurisdicional em temas centrais para o funcionamento de uma economia de mercado, em que indivíduos, sociedades e o Estado se envolvem em diversas transações em diversos mercados, como os de trabalho, crédito e serviços públicos.